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07 junho, 2011

A Arma de Deus...




Hoje ao abrir meu e-mail me deparei com a noticia de que o site da “Parada Gay” havia sido hackeado e o Hacker incluiu alguns dizeres bíblicos na pagina. “ Deus criou o homem e a mulher, não existe outra opção.” E “ O salario do pecado é a morte”.



Mais tarde abri um site de noticias e descobri que o tema da parada gay deste ano será “ Amai-vos uns aos outros.” Esse tema foi escolhido numa tentativa de cessar a guerra entre homossexuais e religiosos.



E estou eu a pensar muito profundamente sobre as coisas que tenho lido sobre esse assunto. Em todos os posts que leio, as respostas e comentários são quase sempre os mesmos. Versículos condenando a pratica homossexual, agressões verbais, e toda justiça bíblica que encontrarem.



Recentemente eu li um livro chamado Maravilhosa Graça. E neste livro havia o relato de um gay que foi instruído a procurar uma igreja. A resposta deste cara é um reflexo perfeito da nossa vida religiosa. Ele respondeu: “ Igreja? É mais fácil eu encontrar sexo nas ruas do que um abraço na igreja.”



Percebe o peso desta declaração?



O que é a igreja? Ou o que deveria ser?



Igreja deveria ser a voz de Deus na terra.


Igreja deveria ser a imagem de Cristo na terra.



Na época de Jesus haviam pecadores de muitas espécies, penso que existiam gays naquela época também. E nos evangelhos, Jesus sempre agia graciosamente com os pecadores. A atitude de Cristo era de misericórdia. Cristo jamais aceitou o pecado, mas sempre o combateu com misericórdia e amor, nunca com justiça.


“ A misericórdia triunfa sobre a justiça.” É um versículo bíblico que geralmente ignoramos, pois é mais fácil massacrar os fracos com versículos impiedosos do que amar pessoas diferentes. A arma que Deus nos deixou foi o amor. “ E nisso saberão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros...”.



A igreja tem entrada na guerra pela lei e simplesmente esquecido a essência do cristianismo: “ graça de Deus”. Nossa missão é fazer com que as pessoas sintam o amor de Deus e não fazê-las imaginar que são odiadas por Ele.



Entendam que não estou defendendo a pratica homossexual. Isso é pecado. É contra natureza humana criada por Deus. Mas... a língua maldosa também é pecado, a lisonja também, divórcios também, ira, contenda... Tudo isso é pecado diante de Deus e tendemos a aceitar e mascarar todos estes pecados dentro da igreja. Mas, quando falamos em homossexualismo, viramos “justos”, como se o pecado da homossexualidade fosse o pior de todos os pecados. Nos achamos no direito de jogar a primeira pedra.



É o Espirito de Deus quem nos convence do pecado. E somente pelo poder do sangue de Cristo conseguimos a libertação do cativeiro do pecado. Será que já esquecemos quem é que nos mantem de pé?



Misericórdia, amor, compaixão. Essas são as armas do cristianismo. É com amor que Cristo venceu o diabo. É contra o amor que o ódio não aguenta. É o amor que vence todas as obras do inferno. É o amor que nos leva a viver na renuncia do pecado.


Essa é a arma da igreja. Não as leis. Não os homens. Não opiniões.



Acho que deveríamos pensar mais sobre o que estamos sendo. E sobre as armas que estamos usando....


Nosso olhar deve ser como o de Cristo. Devemos olhar pras pessoas e enxergar a essência da criação de Deus. Devemos enxerga-las além do visível.


O amor de Cristo através de nós pode transformar vidas. Fomos chamados a libertar as pessoas e não a crucifica-las. Amar uma pessoa significa vê-la como Deus pretendia que ela fosse.


Cristo morreu por mim. Cristo morreu por você. Cristo morreu pelos homossexuais.



“ Ide porém e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento.(MT 9:13)



Os doentes gritam e gemem aguardando cura. Jesus veio pelos doentes.


A igreja deve existir pelos doentes e deveria ser a primeira a estender a mão aos perdidos...



Que o Senhor nos capacite como igreja a exercer a misericórdia e o amor.

09 maio, 2011

Legalismo





“...A primeira vista, o legalismo parece duro, mas na realidade a liberdade em Cristo é o caminho mais difícil. É relativamente fácil deixar de matar, mas é difícil amar; é fácil evitar a cama do vizinho, mas é difícil manter um casamento vivo; é fácil pagar impostos, mas é difícil servir os pobres...Quando vivo em liberdade, tenho de me manter aberto ao Espírito Santo para receber suas orientações....”
(Maravilhosa Graça – Phillip Yancei)

15 maio, 2010

Sobre Cristãos... ou quase isso...


A questão é simples. A Bíblia é muito fácil de entender. Mas nós, cristãos, somos um bando de vigaristas trapaceiros. Fingimos que não somos capazes de entendê-la porque sabemos muito bem que no minuto em que compreendermos estaremos obrigados a agir em conformidade. Tome qualquer palavra do Novo Testamento e esqueça tudo a não ser o seu comprometimento de agir em conformidade com ela. "Meu Deus", dirá você, "se eu fizer isso minha vida estará arruinada. Como vou progredir na vida?".
Aqui jaz o verdadeiro lugar da erudição cristã. A erudição cristã é a prodigiosa invenção da igreja para defender-se da Bíblia; para assegurar que continuemos sendo bons cristãos sem que a Bíblia chegue perto demais.
Ah erudição sem preço! O que seria de nós sem você? Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo. De fato, já é terrível estar sozinho com o Novo Testamento.
Antes de falar sobre Jesus, deixe-me falar sobre os que afirmam que o seguem sem saber do que estão falando.
Deixe-me falar de mim.
Sou um farsa, um patife, um mentiroso e um canalha. Sou também um santo em muitos sentidos, mas isso apenas distorce a essencia da mensagem que eu deveria estar transmitindo. Jesus evidentemente não veio para os santos, os intocados, os poupados, os intocáveis, os que merecem uma categoria a parte. Sua paixão é pelos mistos, os imundos, os misturados,os irremediáveis, os caídos, os violados,os atormentados, os não resolvidos. Somente a parte de mim não contaminada pelo meu vício de comportar-me como um santinho pode beneficiar-se do impulso libertador da mensagem de Jesus.
Eu, por minha vez, não tinha nada que estar passando a imagem de um santo. Minha tarefa é transmitir a marca de Cristo, não a imagem de santo - e definitivamente não é a mesma coisa. Em primeiro lugar, a imagem de santo é tão rasa que qualquer canalha pode passá-la para os outros, mesmo os canalhas menos sutis, como eu. Segundo, nada está mais distante da essencia da mensagem de Cristo que gerar nos outros a impressão de que é preciso ser santo em primeiro lugar para poder beneficiar-se adequadamente da gentil onipresença do Reino e da graça. Na verdade, parte do escândalo da mensagem do evangelho está em sua ousadia de afirmar que ser santo não beneficia ninguém, nem mesmo quem é. Sua ousadia em afirmar que Jesus não tem nada a dizer ao que não precisa dele.
"Os sãos não precisam de médico" não quer apenas dizer, como estamos acostumados a pensar, que todos são doentes e por isso precisam de Jesus; também quer dizer que as partes de nós que creem não precisar de intervenção, ou agem como se não precisassem, estão irremedialmente perdidas.
(Bacia das Almas - Paulo Brabo)

07 maio, 2010

Deixar é Amar...

DEIXAR É AMAR

(Max Lucado)

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"Mulher, eis aí o teu filho." - João 19.26

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O evangelho está cheio de desafios retóricos que provam a nossa fé e resistência contra a natureza humana.

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"Mais bem-aventurado é dar que receber." 1

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"Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará." 2

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"Não há profeta sem honra senão na sua terra e na sua casa.”3

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Mas nenhuma declaração é mais difícil de entender ou amedrontadora do que a de Mateus 19.29: "E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe (ou mulher), ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna."

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A parte sobre deixar casas e propriedades posso compreender. É a outra parte que me faz estremecer. A parte sobre deixar pai e mãe,dizer adeus aos irmãos e irmãs, dar um beijo de despedida num filho ou filha. É fácil comparar o discipulado com a pobreza ou a desgraça pública, mas deixar minha família? Por que devo estar disposto a deixar meus entes queridos? Pode o sacrifício ficar ainda mais sacrificial do que isso?"

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"Mulher, eis aí o teu filho."

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Maria está mais velha agora. O cabelo nas têmporas ficou grisalho. As rugas substituiram sua pele jovem. Tem as mãos calosas. Ela criou vários filhos e agora contempla a crucificação do primogênito.

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Ficamos pensando quais as lembranças que lhe passam pela mente enquanto testemunha a tortura dele. A longa viagem para Belém,talvez. Uma caminha de bebê feita de palha. Fugitivos no Egito. Em casa em Nazaré. Pânico em Jerusalém. "Pensei que estava em sua companhia!" Lições de carpintaria. Riso à mesa do jantar.

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E aquela manhã que Jesus chegou cedo da oficina, seus olhos mais firmes, sua voz mais direta. Ele ouvira as notícias. "João está pregando no deserto." Seu filho tirou o avental, limpou as mãos e com um último olhar despediu-se da mãe. Ambos sabiam que nada mais seria igual de novo. Naquela último olhar eles compartilharam um segredo,cuja extensão era demasiado penosa para ser repetida em voz alta.

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Maria aprendeu naquele dia que o sofrimento vem com a despedida. A partir daquele momento teria de amar o filho à distância; na periferia da multidão, do lado de fora de uma casa cheia, na praia do mar. Talvez ela até estivesse lá quando foi feita a promessa enigmática: "E todo aquele que tiver deixado... mãe... por causa do meu nome."

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Maria não foi a primeira a ser chamada para despedir-se de seus entes queridos por causa do reino. José foi chamado para ser órfão no Egito. Jonas para ser um estrangeiro em Nínive. Ana levou seu primo-gênito para servir no templo. Daniel foi enviado de Jerusalém para a Babilônia. Neemias de Susã para Jerusalém. Abraão recebeu ordem para sacrificar seu próprio filho. Paulo teve de despedir-se da sua herança. A Bíblia está unida por trilhas de adeuses e manchada por lágrimas de despedida.

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De fato, parece que adeus é uma palavra que prevalece no vocabulário cristão. Os missionários a conhecem muito bem. Os que os enviam também a conhecem de sobra. O médico que deixa a cidade para trabalhar no hospital na selva já pronunciou essa palavra. O mesmo acontece com o tradutor da Bíblia que mora longe de casa. Os que alimentam os famintos, os que ensinam os perdidos, os que ajudam os pobres, todos eles conhecem o termo "adeus".

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Aeroportos. Bagagem. Abraços. Luzes de ré sumindo na distância. "Diga até logo para a vovó." Lágrimas. Estações rodoviárias. Cais marítimos. "Adeus, papai." Gargantas contraídas. Balcões de passagens. Olhos molhados. "Escreva!"

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Pergunta: Que tipo de Deus colocaria as pessoas em tal agonia? Que tipo de Deus lhes daria famílias e depois pediria que as deixasse? Que tipo de Deus lhes daria amigos e depois pediria que lhes dissesse adeus?

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Resposta: Um Deus que sabe que o amor mais profundo não é construído sobre a paixão e o romance, mas sobre uma missão e um sacrifício comuns.

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Resposta: Um Deus que sabe que somos apenas peregrinos e que a eternidade está bem perto e que qualquer "Adeus" é na verdade um "Te vejo ama-nhã".

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Resposta: Um Deus que também fez isso. "Mulher, eis aí o teu filho."

João abraçou Maria um pouco mais apertado. Jesus estava pedindo que fosse o filho que uma mãe precisa e que de certa forma ele não fora.

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Jesus olhou para Maria. Sua dor tinha uma origem muito mais profunda que os pregos e espinhos. Em seu olhar silencioso eles trocaram de novo um segredo e ele disse adeus.

06 maio, 2010

Maravilhosa Liberdade!


LIBERDADE!

“Que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo, e que deixes livres os quebrantados, e despedaces todo jugo...” ISAÍAS 58:6

“Liberdade não é meramente tirar as correntes de alguém, mas sim viver de uma forma que respeita e aumenta a liberdade dos outros”.

NELSON MANDELA

Não temos o direito de restringir a liberdade de quem quer que seja. O mandamento de Deus é claro: “Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás” (Lv. 19:13). Toda opressão é roubo, pois é privação da liberdade, um dos mais importantes direitos humanos.

A presença do Espírito Santo visa disseminar a genuína liberdade no Mundo, pois “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Co.3:17). Não apenas liberdade no sentido de “ir e vir”, mas liberdade no sentido de não viver debaixo de jugo algum, nem espiritual, nem emocional, nem social.

Toda opressão é contrária à justiça do Reino de Deus. Ninguém tem o direito de oprimir seu próximo, ou explorá-lo, servindo-se de seu trabalho, sem lhe dar paga alguma.

O que mantém as pessoas sob opressão ou escravidão é a falta de conhecimento. Somente o conhecimento da verdade é capaz de produzir plena liberdade. Foi Cristo quem anunciou: "Conhecereis a verdade, a verdade vos libertará". E Ele mesmo Se identifica como "a verdade". É por Ele que conhecemos nossa condição espiritual e somos desafiados a transcendê-la. Devemos, portanto, conhecer, não apenas à Sua pessoa, ou à Sua doutrina, mas também à Sua obra, e ao Seu modus vivendi.

Sua morte vicária na Cruz foi a carta de alforria assinada com o Seu próprio sangue. Estamos finalmente livres! Ninguém mais tem o direito de dominar-nos a seu bel-prazer. Infelizmente, nem todos têm acesso a esta poderosa verdade, e por isso, aceitam passivamente a exploração e a servidão.

Imagine que depois de tanto tempo que a Lei Áurea foi assinada pela Princesa Isabel, ainda haja gente trabalhando em regime de escravidão em nosso País. Esta é uma triste realidade. Pessoas trabalham por comida e estadia. São exploradas, privadas de sua dignidade, e se não produzirem o exigido por seus senhores, são submetidas aos mais severos castigos. O fato é que tais “senhores” se aproveitam da ignorância de seus “criados”, para mantê-los sob seu ferrenho domínio.

A morte de Cristo atribui dignidade a todo ser humano independente de raça, cor, religião ou sexo. “Cristo nos libertou para que sejamos de fato livres” (Gl.5:1a). Não podemos nos colocar “debaixo de jugo de escravidão”.

Essa liberdade deve ser partilhada com nosso semelhante. E isso fazemos quando proclamamos “liberdade aos cativos” (Is.61:1b), e trabalhamos para que toda estrutura injusta de domínio seja denunciada e desbaratada.

Paulo nos informa que o fim desta Era virá quando Cristo “tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder. Pois convém que ele reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo dos seus pés” (1 Co. 15:24-25). E será através da ação profética/social da igreja, que tais estruturas serão destruídas.

Isso nos coloca numa posição marginal/subversiva neste mundo. Estamos no ramo de demolição de estruturas de poder. Não as demolimos com armas carnais, e sim espirituais e poderosas em Deus (Confira 2 Co.10:4). Não precisamos nos engajar numa luta arma, numa revolução militar, política ou ideológica. As estruturas de poder ruirão depois que forem fragilizadas pela infiltração da verdade. Resistência, denúncia, profetismo, ação social e discipulado são algumas das munições usadas por nossas armas espirituais.

Não podemos nos aliar aos poderes deste mundo, ainda que estejamos, por ordem divina, submetidos às autoridades constituídas. Devemos lealdade unicamente a Cristo e ao Seu Reino. Quando nos aliamos aos poderes deste mundo, estamos traindo nosso chamado. Vale aqui a exortação do salmista:

“Até quando defendereis os injustos, e tomareis partido ao lado dos ímpios? Defendei a causa do fraco e do órfão; protegei os direitos do pobre e do oprimido. Livrai o fraco e o necessitado; TIRAI-OS DAS MÃOS DOS ÍMPIOS. Eles nada sabem, e nada entendem. Andam em trevas”. SALMOS 82:2-5a

Paulo faz coro com esta verdade, ao declarar que “os poderosos deste mundo” estão destinados a serem aniquilados, pois nenhum deles conheceu a verdadeira sabedoria, “pois se a tivessem conhecido, jamais teriam crucificado o Senhor da glória” (1 Co.2:6,8). Por isso, o salmista diz que “eles nada sabem, e nada entendem”. Aliar-se a tais poderes, é o mesmo que aliar-se a algo destinado a ser completamente aniquilado. Devemos, como povo de Deus, optar pelos oprimidos, pelos fracos, pelos explorados, pelos excluídos, pelos pobres, pelas minorias.

Até quando as igrejas cristãs se manterão aliadas aos poderosos? Até quando aqueles que alegam representar Cristo na Terra vão continuar se promiscuindo com os opressores? Não há meio termo. Quem deseja viver e propagar a justiça do Reino, tem que fazer uma opção pelos oprimidos, e não pelos opressores. Tal qual Cristo, devemos optar pelos excluídos, os menos favorecidos, e trabalhar para tirá-los das mãos dos seus algozes.

O sábio rei declarou: “Informa-se o justo da causa dos pobres; mas o ímpio não quer saber disso” (Pv. 29:7). O ímpio está sempre “lavando as mãos”, como fez Pilatos. Ele prefere omitir-se, em vez de tomar posição em favor dos menos favorecidos.

Tanto os profetas, quanto os apóstolos, aliaram-se às camadas mais necessitadas, em vez de se aliaram aos poderosos. Por isso, eram considerados subversivos, e foram duramente perseguidos.

Contrário a qualquer tipo de discriminação social, Tiago escreve: “Se na vossa reunião entrar algum homem com anel de ouro no dedo, e com trajes de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e atentardes para o que tem os trajes de luxo, e lhe disserdes: Assenta-te aqui em lugar de honra, e disserdes ao pobre: Fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do estrado dos meus pés, não fazeis distinção entre vós mesmos, e não vos tornais juízes movidos de maus pensamentos? Ouvi, meus amados irmãos: Não escolheu Deus aos que são pobres aos olhos do mundo para serem ricos na fé e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam? Mas vós desonrastes o pobre. Não são os ricos os que vos oprimem e vos arrastam aos tribunais?” (Tg.2:2-6). Fica claro nessa passagem que o próprio Deus prioriza o pobre, o oprimido, o necessitado.

Temos a obrigação de livrar o fraco e o necessitado. Alguém precisa falar-lhe da verdade libertadora do Evangelho. Alguém tem que contar-lhe da dignidade que Cristo lhe conferiu. “Glorie-se o irmão de condição humilde na sua alta posição. O rico, porém, glorie-se na sua insignificância, porque ele passará como a flor da erva” (Tg.1:9-10).

Uma revolução está a caminho, mas que não demandará derramamento de sangue, nem violência. Será a revolução do amor, da paz e da justiça.

“Assim diz o Senhor: Exercei o juízo e a justiça, e livrai o oprimido das mãos do opressor. Não oprimais mais ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva, e não façais violência, nem derrameis sangue inocente neste lugar.” JEREMIAS 22:2

Violência gera violência. Não se apaga fogo com fogo. Devemos transformar nossas armas em arados, e qualquer desejo de vingança em perdão. A profecia messiânica diz que Cristo “exercerá o seu juízo entre as nações, e repreenderá a muitos povos. Estes converterão as suas espadas em arados e as suas lanças em podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra”(Is.2:4). Eis nossa esperança!

“Assim diz o Senhor dos Exércitos: Executai justiça verdadeira; mostrai bondade e misericórdia cada um a seu irmão. Não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente o mal cada um contra o seu irmão em seu coração”.

ZACARIAS 7:9-10

As viúvas e os órfãos representam para nossa sociedade as classes desassistidas, aqueles para os quais a corda rompe primeiro. Nossa sociedade está cheia de órfãos de pais vivos. Nossas crianças e adolescentes estão crescendo sem qualquer assistência. Embora o Estatuto da Criança e do Adolescente represente um avanço considerável, precisamos de políticas mais eficazes, que promovam uma educação de qualidade para nossos filhos. O que será de uma geração inteira que cresceu aos cuidados da babá eletrônica?

E quanto aos nossos velhos? Até quando morrerão nas filas do INSS? São viúvos do Estado. Estão entregues à própria sorte.

O estrangeiro representa o diferente, o pertencente a outra realidade, outra crença, outra ideologia. É triste constatar como os imigrantes brasileiros são explorados no Exterior. Geralmente, trabalham por menos que o salário mínimo do país.

Uma etnia não tem o direito de dominar pessoas de outra etnia. Não há raças superiores, nem fisica, intelectual, ou espiritualmente.

Também é triste assistir ao crescimento dos bolsões de miséria, das favelas e guetos, habitados por aqueles que deixaram seus rincões, no afã de obterem melhores oportunidades na cidade grande.

“O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás, pois estrangeiros fostes na terra do Egito.” ÊXODO 22:21

“Como o natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco. Amá-lo-eis como a vós mesmos, pois fostes estrangeiros na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus.” LEVÍTICO 19:34

“Pois o Senhor vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno. Ele faz justiça ao órfão e à viúva, e ama o estrangeiro, dando-lhe alimento e vestes. Amai o estrangeiro, pois fostes estrangeiros na terra do Egito.” DEUTERONÔMIO 10:17-19

Deus apela à compaixão. Só podemos nos compadecer daquele que passa por algo pelo qual um dia passamos. Somos um país de imigrantes. Quem não é imigrante, é, no mínimo, filho, neto ou bisneto de imigrante. Os únicos que têm suas raízes fincadas nesta terra há mais tempo são os indígenas. Os demais descendem de europeus, africanos e orientais. Portanto, antes de agirmos com preconceito, ou explorarmos mão-de-obra estrangeira, lembremo-nos de nossos ancestrais.

O trato que Deus ordenou que Seu povo dispensasse ao estrangeiro era de tal ordem, que é usado como referência para o trato que devemos dispensar a nossos irmãos, quando estes atravessarem alguma dificuldade econômica:

“Quando teu irmão empobrecer e as suas forças decaírem, sustentá-lo-ás como a um estrangeiro ou peregrino, para que viva contigo.” LEVÍTICO 25:35

Quem diria... Em vez de o estrangeiro ser tratado como irmão, o irmão que deveria ser tratado como estrangeiro. Porém, hoje, tratar um irmão como se fosse um estrangeiro, seria considerado um total descaso, dado o desprezo com que tratamos àqueles que consideramos diferentes de nós.

Se amamos a liberdade, devemos promovê-la, ainda que isso nos custe a privação momentânea desta mesma liberdade.

Hermes C. Fernandes (WWW.genizahvirtual.com.br)


(Mais uma dos Hereges para pensarmos, meditarmos e reagirmos!)

03 maio, 2010

PENSEM, por favor, Pensem!


“E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo.” (Filipenses 1:9-10)

O apostolo Paulo pede a igreja de Filipos que o amor daquela igreja cresça em ciência e conhecimento, para que eles aprovassem coisas excelentes...

Juntando isso com algo que tem remoído dentro de mim, gostaria de fazer uma meditação... O amor que Paulo pede que aumente em ciência e conhecimento é o amor ao evangelho.

Para que consigamos aumentar o amor em ciência e conhecimento,precisamos praticar o ato de pensar, estudar, ler, entender, argumentar, abrir a cabeça e coisas similares...

Não devemos ser ingênuos ou ignorantes quando o assunto é evangelho. Como protetores da mensagem de Cristo, devemos aprender a observar as escrituras e preservar o que a bíblia apresenta como verdade.

Já ouvi pessoas dizerem que não se deve julgar o que “um pastor” ou “um representante de Deus faz”, isso é baixar a cabeça! Perai... A bíblia nos adverte que muitos viriam, fariam sinais e maravilhas e poderia quem sabe enganar até os eleitos, ah em nome de quem? JESUS! uau! Ninguém vai surgir falando em nome do diabo!

Nem tudo o que reluz é ouro. Tem nego fazendo e acontecendo com a bíblia enfiada embaixo do braço, usando técnicas de persuasão para conduzir um povo ignorante até um deus que não é o da bíblia, tem gente fazendo doutrina e gerando discípulos desta doutrina individual! Tem gente usando Deus pra enriquecer, o evangelho pra autopromoção e temos baixado a cabeça!

Uma nova onda parece se levantar! Uns caras do contra de repente parece ter mais razão do que o evangelho pílula que temos ingerido e/ou deixado que outros engulam.

Sabe, não to dizendo para vc sair chutando tudo o que acha que está errado, mas comece mesmo a buscar revelação de Deus, ou melhor, comece a estudar e a saber das coisas, desenvolva o habito de pensar! Pense! Pense!

Isso não quer dizer revolução, nem que agora você é o senhor da razão, mas vai poupar-lhe de muitas coisas. Vai poupar-lhe de Palavra de Deus distorcida para “preservar poderes de homens”, vai te garantir olhos abertos!

Nem tudo em nome de Deus procede dos céus!

Acredito que essa era da Informação esteja muito a nosso favor, idéias, argumentos, estudos, discussões, contatos, tudo isso a um click! Desenvolvamos nosso cérebro! Desatemos este olhar grego-romano religioso que ainda nos mantém presos!!! Saiamos da mediocridade de receber de braços abertos tudo o que nos dizem acerca de tudo e principalmente do Evangelho!

To revoltada! Hoje estava pesquisando umas coisas sobre Lady Gaga, não poderia imaginar que houvesse quem defendesse essa pessoa! Tudo bem, as musicas dela tem um balanço gostoso! Mas, quando me peguei cantando, pensei... Peraí, vou ver a que tipo de coisa estou prestando meus ouvidos e boca, pra minha frustração, a letra que estava cantando era ridícula, ofensiva, suja! Parei! Não ouço! Troco de rádio! Não canto!

Mas, multidões continuam cantando e sequer tiveram interesse de saber o que cantam! Da mesma maneira muitos tem lido textos e adotado idéias que nem sabem de onde vem ou a veracidade daquilo que adotaram como “sua idéia”. E pior, muitos tem falado de um “Gezuis” que nada tem de Cristo!

Outro dia estava conversando com alguém que amo e ela me exortava a obedecer “meu líder”, porque isso era bíblico!

A bíblia diz para eu ser submissa a autoridade e não obediente! Imagina se meu pastor manda eu fazer uma imagem de Cristo e adorar, terei de fazer? Isso é loucura! Mas, não a culpo, em meio a pregações, as coisas se confundem, querem até colocar coisas parecidas para confundir e conduzir a coisa pro “pessoal”, as vezes sem intenção, mas de qualquer forma, nunca é demais conhecer, saber interpretar palavras, conhecer seus significados, saber o que tá seguindo, o que tá cantando, o que tá falando! E mais, agir de acordo com o que se sabe, não pelo que “sabem” por você!

O diabo é astuto! Tem enganado muitos! Tem iludido com falácias, tem investido nisso e muito mais na “área eclesiástica”

Deveríamos desenvolver nossa mente, em todos os aspectos! Mas, quando se fala de Deus, de reino, de profetas que ensinam em nome de Jesus, o cuidado deveria ser dobrado! Jesus denunciava a religiosidade e ensinamentos falsos e hipócritas a todo momento e hoje a igreja tem medo de confrontar, apontar o dedo e botar pra correr da praça os pilantras gospel!

Ah, gente, dá licença!

Deus me fez muito dotada de inteligência para eu permitir ser rebaixada a nível de otária manipulada!

Se o culto a Deus deve ser racional, sejamos racionais! Paremos, analisemos! Tudo! O que cantamos na igreja, o que recebemos como palavra, o que respondemos e por que respondemos!

Assim, cresceremos em ciência e conhecimento para aprovarmos coisas excelentes, para que sejamos sinceros e sem escândalo algum!

A traição da Cruz original...

A cruz universal como traição da cruz original

Por Paulo Brabo
Estocado em Goiabas Roubadas

Não creio que o que vou dizer esteja convictamente firmado para mim, embora seja coerente o bastante para ser dito. O desenvolvimento da teologia da redenção pela cruz, do sacrifício perfeito, tornou-se um álibi poderoso e eficaz contra a narrativa do evangelho e o seu modus vivendi a todos oferecido – o que o vício não deixa mais ver na expressão “Reino de Deus”. A teoria da morte salvífica de Cristo, isto é, a morte que uma só vítima perfeita deveria sofrer em favor de todos, de um lado propicia um esquecimento sutil das razões históricas que levaram aquele rapaz para a cruz – a saber, a sua forma insensata de viver e promover vida – e de outro, censura veladamente a necessidade ou o perigo da imitação daquela vida. Se a agonia de Cristo é redentora (e o dogmatismo faz isso ser entendido de forma absurdamente transcendental a qualquer significado existencial) e se ele foi destinado para isso, estamos todos livres do sacrifício; e se a morte dele foi provocada pela forma de vida que ele vivia e promovia, estendemos até aí a nossa isenção. Eis a construção de um silogismo falso (e extremamente conveniente): se B (a morte) não nos pertence mais, e B (a morte) é uma extensão inevitável de A (a vida), então A (a vida) também não nos pertence mais. Se não preciso imitar ao Cristo sacrificado, não preciso imitar, tampouco, ao Jesus vivo. Girardianamente falando, o bode já foi sacrificado.

O rapaz monstruosamente torturado na cruz, que pouco antes encantava com seus gestos nobres e perturbava com suas palavras precisas, a quem atribuímos uma natureza divina, não permitiu durante todo o seu ensino errático ser alçado sozinho à condição de salvador, convidando, pelo contrário e a todo momento, a segui-lo, a imitá-lo, a fazer como ele fez. Como bem percebeu Irineu e Atanásio (para ficar nos mais antigos), queria nos fazer participar de sua condição; sendo ele o ponto de partida, o primeiro entre todos, o Desbravador, sabia que a redenção não é uma mágica, muito menos um absurdo sacrifício: ela se dá num contraste impossível de expressar, entre a conversão interior a cada pessoa e a irradiação irrefreável dessa postura no meio do mundo; a redenção é consequência de uma forma de estar nesse mundo. Por isso ele quer que a sua proposta continue com aqueles que a aceitaram. E a proposta historicamente localizada para o judaísmo legalista helenizado e romanizado do seu tempo é a irradiável e irremediável e graciosa generosidade de Deus, testemunhada no fato de que a vida, o sol e a chuva, são dados todo dia sem nenhuma exigência de pagamento – seja em boas intenções, seja em boas obras. Isso bate de frente com o ensino dogmático de um deus mesquinho e antropomórfico, que faz barganha, exige pagamentos. Entretanto, a Generosidade, que no fim das contas tomará conta de tudo e todos, precisa antes disso que os que a descobriram e a ela aderiram livremente vivam como se já estivessem lá naquele futuro. Ou seja, se acreditamos num Deus generoso, seremos divinamente generosos e portanto humanos em tudo, e isso vai ser irradiado. E é aqui que chega o “porém”…

Esse tipo de anti-teologia, no contexto em questão, só pode partir dos que nada têm a perder, e quando começar a irradiar vai fatalmente atingir quem quer que esteja numa posição de poder e obtenha ganhos com a teologia da culpa e da barganha com um deus implacável, mais juiz que Pai. Ou seja, isso vai atingir de cheio os poderosos do contexto em questão. Caso ocorra da forma convencional, esses caras vão fazer de tudo para manterem seu poder, inclusive matar os que se atreverem a ser generosos e bondosos. E é o Poder, qualquer poder que inflija culpa, separação e desigualdade, que os Desbravadores da Generosidade terão que negar e enfrentar, apenas portando a generosidade de um deus, o que pode levar à morte.

Portanto, a cruz não é necessária em si, sendo essa conclusão fruto da teologia pagã do mérito. A cruz é conseqüência de um confronto direto entre a Generosidade e o Poder, o Humano e o Satânico, dois elementos antagônicos da trama novelesca em que a vida se desenrola. O dramático é que para a Generosidade se livrar da cruz tem que usar um expediente de Poder e, assim, ser transformada no seu oposto. Pra permanecer generosa a Generosidade tem que se despir de qualquer poder. Sendo assim, e aplicando a anti-teologia a um caso específico, o de onde ela nasceu, Jesus não morreu piedosamente por mim, morreu desgraçadamente porque esses conceitos – Poder e Generosidade – não são entidades transcendentais, são atos e inclinações de gente humana; morreu tragicamente pelas mãos dos teólogos dogmáticos de seu tempo, judeus e romanos; morreu terrivelmente porque escolheu a Generosidade enquanto todos escolhiam o Poder, e morreu assustadoramente porque combateu o Poder com a Generosidade, morreu, enfim, pela covardia dos que escolheram o Poder.

Uma escandalosa corrupção do evangelho foi utilizar como sacrifício redentor a morte desnecessariamente dolorosa de quem abolira a necessidade de sacrifícios redentores. Assim como a mensagem do evangelho de Jesus é totalmente circunstancial e histórica, espalhando-se dentre a história de várias maneiras, também são circunstanciais e históricas sua tortura e sua morte. A cruz para Jesus, como tinha sido a cicuta para Sócrates, como foi a má-fama para Francisco de Assis, o desprezo para Nietzsche, a bala para Gandhi (para ficar nos mais famosos), nada disso era necessário, embora já estivesse cotado nas apostas deles mesmos como consequências. Deus aparece no anti-poder não por necessidade intrínseca a ele, mas por necessidade circunstancial, porque não pode deixar de ser Deus, ou seja, Generosidade. E para permanecerem na Generosidade, todos estes apresentadores de Deus julgaram necessário não abrir mão de abrir mão de qualquer poder, cada qual a seu modo, cada qual com sua linguagem, cada qual com sua cruz.

Não sei se eu percebi errado, mas me parece que o rapaz que foi crucificado propunha que se eu gostasse da sua proposta e escolhesse a Generosidade em vez do outro lado, teria que incluir essa fatalidade nas minhas pretensões. É bem possível que essa seja a causa de eu ser tão indeciso e errático e de eu carregar essa tendência pagã de freqüentar igrejas onde a imagem da cruz e as dores do crucificado são arrancadas do seu terrível significado histórico e alçadas à dignidade farisaica de universais.

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09 abril, 2010

BARRACO IDEOLÓGICO JÁ!


O governo brasileiro promove uma cartilha ANTI-HOMOFOBIA que deve ser usada nas escolas do Brasil. O efeito disso poderá ser a homossexualização nas próximas gerações. Não ser homo será homofobicamente perigoso e deselegante.



No Rio, uma deputada federal usou força policial para impedir que arcebispo de divulgar o principal projeto dela no Congresso: a descriminilização do aborto...



Pare o mundo, eu quero descer! Que palhaçada é essa, gente? Quantas coisas vazias!


O discurso vazio do meio ambiente, da liberdade, da proteção do “direito da mulher”...



A que tipo de persuação temos nos deixado influenciar? Que falácias são estas que aos poucos tem implantado em nosso país um fascismo moral às avessas?



Estamos mergulhando num oceano “moderninho” que engole tudo o que sabemos ser absoluto.



Temos nos vistos envergonhados de nos posicionar contra as coisas ilicitas. Será que não temos nos tornado também vítima desta persuação que tem nos envolvido de pouquinho em pouquinho através de novelinhas, big brother, programinhas sem conteudo, gente sem valor? O que tem ditado seus valores e sua opinião, meu amigo?



Só porque a galerinha da malhação pratica o homossexualismo, não quer dizer que nossos filhos tem que se dobrar diante desta farsa! Ei.. Deus não criou hemafroditas!!!!!! O mundo tem calado as verdades absolutas do criador, e isso não pode ser aceito assim de forma tão passiva!!!!



Estamos deixado nos levar e temos com isso perdido totalmente a noção entre bem e mal. O mal começa a ter um cheiro de solução!



Aborto é solução de que? Assassinato legalizado agora? Assim? As claras?


Abre os olhos pra onde você tem caminhado, onde tem amarrado teu burro, querido?


Crianças sendo retiradas do utero, arrancadas ou aspiradas aos pedaços, jogados numa lata de lixo e tudo isso com o meu consentimento eleitoral? Tudo pago pelo meu dinheiro? Parem por ai! Cadê tua voz? Cadê nossa voz?



Crianças serão explicitamente homossexualizadas nas escolas sem que os pais possam ensiná-los sobre o “certo e o errado” (afinal, alguém vê nestes programinhas baratos da globo algum tipo de prazer como errado?)



Peraí! Agora tá passando dos limites!



Mães, Pais... Não se dobrem diante disso, ensinem seus filhos, dê a eles valores morais e cristãos. Eduquem, falem, explique os caminhos, sejam ativos. Não aceitem qualquer moda que lhe enfiem guela abaixo. Pelo amor de Deus! Reajam!!!! Essa geração tem sido deturpada e você tem estado mudo!!!! Seus filhos tem se prostituido, tem sido destruidos, roubados, e você tem assistido “rindo”.



É fato que a pseudo-moral humanista nos confundiu. Cristãos erraram, confundiram rigidez moralista com moralidade, confundiram amor de Deus com preconceito. Deus ama, e o amor nos nivela por cima, sejam quais forem nossos multissexos, nossos multiassassinatos em multiformas, mas nem por isso Ele deixade ser o Legislador, autor do manual de uso e que não abre mão de ser Deus! Seu Amor estabelece o bem e o mal, o certo e o errado, o santo e o profano e por isso é amor.



Os valores estabelecidos por Deus não podem ser substituidos por idéias malucas de gente pervertida não! E se você tem algum temor Aquele que fez os céus e a terra, deveria vigiar melhor por onde teus pés tem andado, ou em que sua vida tem sido inspirada, ou que absurdos você anda engolindo em prol do “politicamente correto”...



A proposta de vida biblica causa um “barraco ideológico”, mas no final... o grande JUIZ te dará a causa!



Pense nisso! Por favor, Pense nisso!!!!